Em entrevista ao Wired, o novo CEO da Apple, John Ternus, afirma que a empresa usará IA nos produtos, mas só quando isso melhorar a experiência do…
Nos últimos anos, a Apple foi apontada como atrasada em relação a concorrentes que apostaram pesado em IA generativa.
A demora na atualização da Siri, que só recebeu um upgrade significativo neste verão, alimentou esse discurso.
O executivo deixou claro que a Apple “absolutamente vai aproveitar a IA” nos novos dispositivos, mas que o objetivo não é criar funcionalidades que pareçam artificiais.
“Quando fizermos certo, as pessoas não precisarão pensar se foi IA ou software tradicional. O que importa é se construímos algo que elas realmente amam”, disse.
Quando questionado sobre o risco de agentes de IA tornarem aplicativos obsoletos, Ternus respondeu que, embora isso possa simplificar a vida, “a criação de produtos é algo profundamente…
humano e pessoal, algo que amamos fazer”. A mensagem sublinha que a Apple ainda valoriza o design e a experiência humana como diferenciais competitivos.
Para profissionais que dependem de tecnologia para alcançar público e vender produtos, a postura da Apple traz alguns insights úteis: Foque na utilidade, não no hype: ao desenvolver…
ferramentas ou campanhas, priorize como a IA resolve problemas reais, em vez de usar o termo apenas para chamar atenção.
A Apple demonstra que a adoção de IA pode ser estratégica, desde que guiada por um propósito claro de melhorar a experiência do usuário.
Para empreendedores e criadores de conteúdo, a lição é simples: a tecnologia serve ao público, não o contrário.
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